
Agora vamos cuidar de festejar a chegada do ano novo.
Abraços.
Há determinados momentos em que eu gostaria de deixar de lado qualquer pensamento mais filosófico e me prender à simplicidade das coisas; e hoje é um dia ideal para fazer isso: não quero saber se outros povos comemoram o ano novo em outras datas e nem o motivo; quero apenas me entregar ao ritual que é nosso, que significa renovação - seja de calendário, de planos, de desejos...
Quero festejar a razão de existir, de ter tanta gente para amar e de ser amado por muitos; quero abraçar minha família com um simples “feliz ano novo” carregado de emoções; quero abraçar aos amigos que me abrem os braços num acolhedor desejo de “tudo de bom” e até abraçar aqueles que, num momento ou noutro, me magoaram ou eu mesmo os magoei; quero poder perdoar e ser perdoado, me lembrando que a passagem neste plano deve ser de aprendizado e tudo isso contribui; quero o ritual que meus avós celebravam sem saber tratar-se de uma ‘comemoração ocidental’, mas que lhes enchia de esperanças e renovava as forças para enfrentar o desconhecido futuro, transbordando na alegria que a todos contagiava.
A renovação que esperamos com a virada do calendário acontece sim; acontece nos corações no momento em que relevamos os fatos negativos do passado e apostamos com fé num futuro que se descortina aos nossos olhos.
Que cada um de nós possa começar 2010 com a certeza de que as experiências acumuladas através dos anos passados são o esteio necessário para a tomada de decisões; que os erros cometidos devem ser lembrados como pilar dos acertos nas escolhas do porvir; que as mágoas recebidas e causadas apontem a direção da conciliação ao invés de novos embates; e que possamos, assim, contribuir para fazer, realmente um FELIZ ANO NOVO em nossas vidas.

E, finalmente, serão entregues mais algumas casas do Loteamento Tereza Mendonça (será que vão mudar o nome também?) que, com muita pompa, foi alardeado que “algumas pessoas que não tinham o perfil para receber as casas foram substituídas por pessoas que realmente necessitam”.
Na enquete que se encerrou esta semana, pedimos aos leitores que apontassem, entre as secretarias municipais de Educação, de Saúde e de Ação Social, qual delas teve um desempenho aquém do esperado.
O resultado não chega a ser surpreendente, mas revela alguns pontos que era exatamente onde queríamos chegar.
Primeiro, vamos ao resultado:
Para 18% dos leitores, a Secretaria de Educação poderia ter sido melhor;
Para 34%, a Secretaria de Saúde é que teve uma atuação fraca;
A campeã de rejeição, no entanto, com 46% dos votos negativos, foi a Secretaria de Ação Social.
Não é estranho que a Ação Social tenha tido uma votação tão negativa?
É estranho. Por um lado. Por outro, é extremamente explicável.
Se considerarmos que durante o ano tivemos muitas idas e vindas na Educação, como a falta de materiais didáticos em muitas escolas, o vai não vai do retroativo dos professores, a introdução da nucleação escolar, etc., como pontos polêmicos, poderíamos esperar que a fosse essa a secretaria de menor aprovação entre as apontadas. No entanto, com muita habilidade, o secretário Wilson Maciel e sua equipe conseguiram manter uma boa imagem junto à população e até junto aos servidores (convivência geralmente difícil). Ponto para a Secretaria de educação.
Já na Saúde, as queixas são muitas e, além das de sempre, como atendimento precário na emergência, chegou a faltar um simples ‘garrote’ para os trabalhos, as gestantes há tempos têm sido transferidas para outras cidades, notícias de médicos sem o CRM e por aí vai. Mas, mesmo assim os leitores optaram por não atribuírem a esta secretaria a marca de desempenho fraco.
Qual o motivo, então, da rejeição à Secretaria de Ação Social?
Uma secretaria com uma grande equipe, que se esforça, tem um bom orçamento para trabalhar e, ao que parece (e muito importante) tem a vontade de acertar.
A rejeição e antipatia adquirida pela Secretaria de Ação Social parte, ao que indicam as conversas, da intromissão de seus agentes em áreas de outras secretarias (e não estamos falando em parceria, mas sim em usurpação de atribuições), o que tem gerado um descontentamento a olhos vistos da parte de membros de outras pastas.
Podemos anotar, ainda, uma hostilidade velada de alguns contra o posicionamento adotado por representantes dessa secretaria (uns poucos, é verdade) em relação ao ex-prefeito João Mendonça e à ex-primeira-dama Isabelle Mendonça, tentando apagar a passagem destes pela administração belo-jardinense. Talvez ao povo isso não importe muito; mas, para muitos que com eles trabalharam e continuam na estrutura, gera sim descontentamento e, consequentemente, certa ‘má vontade’.
Ainda podemos citar que há projetos políticos de membros da equipe da ‘Ação social’ que tem atrapalhado mais que ajudado: o caso do terreno no bairro Maria Cristina, que seria doado ao município para a construção de uma escola, é um bom exemplo a ser observado. Essa história, porém, será alvo de postagens mais extensas nos próximos dias.
Mas, como dica, diríamos à Secretaria que há fortes chances de que o resultado geral dos trabalhos venham a dar bons frutos (inclusive políticos); o que falta, mesmo, é segurar as rédeas de alguns que vêm tentando “botar o carro na frente dos bois”.
Calma! Não estamos falando do Flamengo. Estamos falando do calçamento da Rua Vicente Barbosa (aquela que vai do cruzamento da 1º de Janeiro até o muro do ITEC) que, pela sexta vez esse ano, está precisando de reposição. E, mais calma ainda: é exatamente no mesmo lugar; não é outra parte da rua não.| Reações: |

Voltando ao batente após os acontecimentos natalinos, expressamos nossos desejos de que todos tenham tido um ótimo natal.| Reações: |
Neste domingo a AABB de Belo Jardim foi palco de uma mobilização que não podemos deixar passar em branco.
Com muita pompa e circunstância, o Partido dos Trabalhadores de Belo Jardim - sob a presidência de Bruno Galvão (na foto ao lado do ex-prefeito do Recife, João Paulo e do deputado federal Fernando Nascimento) reuniu militantes e simpatizantes para saborear uma feijoada ao som de um bom forró pé-de-serra e muitas confabulações políticas.

Como não poderia deixar de ser, um dos assuntos recorrentes nas rodas de conversas era sobre a disputa política de 2010 em Belo Jardim, mais especificamente a corrida à Assembléia Estadual e uma possível candidatura de Bruno Galvão a deputado.

Foram muitos os discursos carregados de mensagens de boas festas e de recados sobre disputa que se aproxima, com ênfase especial aos discursos do ex-prefeito recifense João Paulo, que afirmou categoricamente apoiar uma candidatura do PT

A ‘feijoada política’ deixa claro que o desejo de muitos dos que acompanharam a campanha de Bruno Galvão em 2008 estão mais que dispostos a ganhar as ruas nas eleições do próximo ano em defesa do seu nome.Uma conversa informal que tivemos com o ex-prefeito da capital pernambucana, João Paulo, mostrou que a corrida para as eleições 2010 está apenas começando e que o PT pernambucano está construindo candidaturas fortes nos quatro cantos do estado. Em relação a Bruno Galvão, ele diz ter certeza de que é um nome que reúne todas as condições necessárias à disputa do voto e que deve, sim, ser considerado na montagem das chapas governistas no momento da convenção partidária.
E a noite de domingo terminou com o inusitado encontro de velhos amigos na casa da professora Adilza Cristina.
O clima de confraternização, graças a Deus, tem tomado conta de Belo Jardim (assim, esquece-se um pouco dos problemas) e por todos os lados os encontros são inevitáveis e, em sua grande maioria, bem-vindos.
O encontro da professora Luciene Gomes e do juiz Fábio Galvão rendeu boas conversas sobre a política belo-jardinense do ontem, do hoje e do amanhã. São duas pessoas que conhecem muito, e de longas datas, a política belo-jardinense e é nessas horas que agradecemos pela oportunidade de poder ouvir e participar de um momento rico em fatos e acontecimentos dos governos e das acirradas disputas políticas de Belo Jardim.
Um belo cartão de natal pode render muita conversa em Belo Jardim.Atendendo a inúmeros pedidos de belo-jardinenses espalhados pelo Brasil e pelo resto do mundo, postamos fotos da obra ‘burlemarxiana’ (Burle Marx que nos perdoe a galhofa) implantada no calçadão da Rua João Pessoa.
Acontece que recebemos muitos e-mails com tal pedido de pessoas que queriam entender o completo teor da ‘piada’ e, como diz o dito popular, “uma imagem vale por mil palavras”.
Inclusive um amigo que reside em Recife e veio passar o natal na terrinha fez questão de dar um pulo no calçadão para ver de perto a ‘obrada’ e nos confessou que “por mais que tivesse lido nos blogs sobre a obra, jamais poderia imaginar algo tão grotesco e de mau gosto”.
Vejam com seus próprios olhos uma obra que já é dada por muitos como “a primeira demolição do próximo governo” e que está sendo chamada pela população de 'bolo de noiva', 'bolão de saia' e outros adjetivos menos publicáveis.
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